A política científica e tecnológica de Santa Catarina : análise a partir do modelo de coalizões de defesa

dc.contributor.authorSouza, Luiz Ricardo de
dc.contributor.authorSecchi, Leonardo
dc.date.accessioned2015-03-02T17:15:34Z
dc.date.available2015-03-02T17:15:34Z
dc.date.issued2014
dc.description.abstractEste artigo utiliza o modelo de coalizões de defesa (Advocacy Coalition Framework — ACF), de Sabatier e Jenkins-Smith (1993), para analisar a prevalência da comunidade científica catarinense como atorchave na formulação da Política Científica e Tecnológica (PCT) de Santa Catarina. A coleta de dados foi realizada a partir de relatórios e documentos oficiais das instituições, bem como de entrevistas realizadas com 10 atores do processo de formulação da PCT que ocuparam funções estratégicas no período de 1989 a 2009, assim classificados: 1) comunidade científica; 2) burocratas; 3) designados politicamente; 4) empresários; 5) políticos. A análise dos dados teve como conceitos sensíveis aqueles presentes no modelo de coalizões de defesa: a) o papel dos atores; b) sistemas de convicções e recursos; c) trajetórias da política pública; d) características da política pública; e) conteúdo da política pública. Foram identificadas as conexões entre os atores, suas convicções, estratégias, recursos e constrangimentos. A pesquisa conclui que a comunidade científica exerce um papel de destaque na formulação da política científica e tecnológica catarinense, sendo prevalente na formulação da PCT em todo o período analisado. Em relação aos empresários, políticos e burocratas, não se identificou uma atuação destacada e contínua desses atores. Entretanto, os designados politicamente, que na maioria das vezes são recrutados no seio da comunidade científica, exerceram papel importante na formulação e na reafirmação do sistema de convicções da comunidade científica. Em relação às principais trajetórias que ajudam a explicar as mudanças da PCT catarinense no período analisado, a trajetória “aprendizagem orientada pela política pública” destaca-se perante as demais.pt_BR
dc.identifier.citationSOUZA, Luiz Ricardo de; SECCHI, Leonardo. A política científica e tecnológica de Santa Catarina: análise a partir do modelo de coalizões de defesa. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v. 48, n. 4, p. 939-960, jul./ago. 2014. Disponível em: <http://dspace/xmlui/bitstream/item/16211/131455.pdf?sequence=1>. Acesso em: 27 fev. 2015.pt_BR
dc.identifier.classification6pt_BR
dc.identifier.other131455pt_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.almg.gov.br/handle/11037/15233
dc.languagePortuguês (Brasil)pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherFGVpt_BR
dc.publisher.placeRio de Janeiropt_BR
dc.relation.ispartofRevista de Administração Públicapt_BR
dc.subjectPolítica científica - Santa Catarinapt_BR
dc.subjectPolítica tecnológica - Santa Catarinapt_BR
dc.subjectCientista - Atividade política - Santa Catarinapt_BR
dc.subjectGrupo de pressão - Santa Catarinapt_BR
dc.subjectRepresentação dos interesses - Santa Catarinapt_BR
dc.subjectGrupo de pressão - Modelopt_BR
dc.subject.planningCiência & Tecnologia e Inovaçãopt_BR
dc.titleA política científica e tecnológica de Santa Catarina : análise a partir do modelo de coalizões de defesapt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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